Estética e aceitação feminina: Quando a aparência afeta a autoestima

A autoestima feminina é uma das principais responsáveis pelo bem-estar da mulher, principalmente quando falamos na questão da sexualidade. Uma mulher que esteja passando por problemas relacionados a sua autoestima dificilmente possui uma vida sexual ativa porque não se sente bem com seu próprio corpo.

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Existem outros casos onde o fator responsável pela baixa autoestima é um pouco mais profundo como uma cicatriz indesejada, uma característica genética como um nariz que não gosta ou um tamanho de seio que a satisfaz.
Para alguns destes exemplos existem atualmente soluções estéticas como as cirurgias plásticas. Uma das mais realizadas no mundo inteiro é justamente a colocação de prótese de silicone, o que denota que a região dos seios é realmente um fator importante na autoestima feminina.

Quando a aparência fala mais alto e afeta a autoestima das mulheres

É muito comum encontrarmos mulheres que sofram de baixa autoestima devido a algum fator estético como o excesso de peso, por exemplo. Questões desta natureza, além da questão mental, entram intimamente na questão de aceitação do próprio corpo que pode vir de duas maneiras: aceitar a atual condição e trabalhar as questões internas de verdade ou encarar a mudança necessária para alcançar o corpo que deseja.
As questões da própria aceitação estética são refletidas em nosso comportamento e, infelizmente, existem milhares de mulheres em todo o mundo que buscam respostas para esses problemas através dos procedimentos estéticos.
Salões de beleza, centros de estética, academias e cirurgias plásticas são alguns dos recursos que as pessoas insatisfeitas com o corpo buscam para melhorar a aparência.

Acredita-se que a melhora da autoestima deva partir de dentro para fora, começando pela mudança do pensamento das pessoas. Mas sabe-se que a realidade não é bem assim. Ansiedade, stress e depressão são apenas alguns dos sintomas que vêm dentro do pacote da baixa autoestima e pode levar as pessoas a piorarem seu estado.
Deixar a vida social de lado, comer compulsivamente, não se preocupar com higiene e com a aparência pode ser alguns dos sintomas de quem sofre com uma das questões psicológicas citadas acima.

Mas por onde começar?

Em especial, as mulheres, têm sua autoestima bastante ligada a questão estética. Logo, ao iniciar algum tipo de mudança interna que pode vir através da conversa com algum ente querido, a prática de algum hobby, exercícios físicos, leituras e até viagens, são alguns exemplos que de práticas que podem ajudar pessoas que se encontram com problemas de baixa autoestima.
Acompanhando estas mudanças no estado de espírito, consequentemente, as mudanças físicas começarão a surgir, principalmente se associada à prática de exercício físico. Porém sutilezas como fazer uma nova amizade ou encontrar uma paixão como tocar um instrumento musical pode trazer de volta o brilho no olhar e a vontade de cuidar mais da aparência surgirá naturalmente.
Algumas questões de baixa autoestima estão intimamente ligadas a algum problema estético, logo, a mudança externa se torna uma questão mais emergencial. Se a mulher está sofrendo com algum tipo de insatisfação no seu corpo que afeta sua mente, é necessário identificar rapidamente este foco e procurar soluções que poderão ajudá-la neste processo.

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