Óleo de coco: por que vale inclui-lo na sua alimentação

O óleo de coco é um excelente aliado para quem deseja reduzir as gorduras abdominais e o colesterol. No entanto, para garantir seus benefícios é preciso consumir a versão orgânica, vendido em lojas de produtos naturais.

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De acordo com especialistas, este óleo é semelhante aos óleos de peixe e de linhaça e da gordura presente no abacate e no azeite extra-virgem. Sua fórmula é rica em gorduras insaturadas que auxiliam na redução do colesterol e na proteção contra doenças cardíacas. Com o consumo é possível melhorar também a memória e reforçar o sistema imunológico.

Os benefícios não param por aí, pois ele possui poder antioxidante e protege o organismo da ação danosa dos radicais livres. O mais interessante é que tudo isto pode ajudar na redução da gordura abdominal.

A dica é tomar uma colher antes das refeições, pois o óleo provoca sensação de saciedade. Se possível, procure tomar uma ou duas colheres ao dia. Por ser é orgânico, o óleo de coco não apresenta fertilizantes prejudiciais à saúde e pesticidas. Mas lembre-se: ele não deve ser aquecido!

Em todo caso é preciso lembrar que nenhum alimento tem capacidade de emagrecer e melhorar a saúde por si mesmo. O recomendado é manter uma dieta equilibrada, aliada a prática regular de exercício para garantir o bem-estar.

Óleo de coco: onde e como usar

A versão do óleo de coco em estado líquido pode ser usada como tempero de saladas, adicionado a shakes, misturado em granola, iogurte e salada de frutas.

Ainda é possível consumir com colher antes ou após as refeições, como mencionado anteriormente. Normalmente algumas pessoas tem o hábito de ingerir 30 minutos ou 1h antes da refeição, para melhorar o gasto energético.

Se decidir usar as cápsulas é preciso consumir 12 delas para conquistar os possíveis efeitos de 1 colher de sopa do óleo de coco. No geral, a dica é usar a criatividade e inserir o alimento onde preferir.

Óleo de coco: refinado e virgem

De acordo com alguns estudos, alguns benefícios não ocorrem no óleo refinado. Isto ocorre devido à concentração de antioxidantes que é perdida nesses óleos que receberam processamento. Ou seja, quanto mais natural for o óleo de coco, melhor é o benefício.

Óleo de coco: Contraindicações

Não existem restrições, porém, as pessoas que consome pouca gordura precisam ingerir o óleo de coco virgem em pouca quantidade. A ideia é aumentar o hábito do consumo gradualmente.

O consumo excessivo pode causar enjoo e mal-estar. Por isso, não exagere na dose. Procure consumir em quantidade pequena para evitar desconfortos gastrointestinais como náuseas, cólicas e diarreia.

Óleo de coco: dados de consumo

No Brasil, poucas pessoas consome o óleo de coco, diferente dos países orientais. Nas comunidades da Ásia e Pacífico Sul o item funciona como base de diversas dietas.

Além disso, em certas regiões ele é responsável por 50 a 60% da ingestão calórica diária. Como exemplo, na Índia ele serve no óleo de massagem pela Medicina Ayurveda há 3 mil anos. No Sri Lanka, representa 80% das gorduras ingeridas pela população.

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